Café: bebida pode evitar o câncer de pele

Estudo sugere que quem toma café regularmente corre menos riscos de desenvolver a doença.

Existem estudos que sugerem o uso da cafeína para tratar a obesidade e, até mesmo, relacionando a substância à longevidade. E, agora, uma nova pesquisa, realizada nos Estados Unidos, sugere que as pessoas que tomam café regularmente têm 20% menos probabilidade de desenvolver câncer de pele do que aquelas que preferem ficar longe da cafeína.

De acordo com o pessoal da ABC News, que publicou a notícia, os pesquisadores avaliaram 113 mil indivíduos que consumiam pelo menos 3 xícaras de café ao longo dia, descobrindo que estes apresentavam níveis de carcinoma de células basais — tipo mais comum de câncer de pele — significativamente mais baixos.

Café, chocolate e Coca-Cola
Além disso, os pesquisadores também observaram que a versão descafeínada não apresenta os mesmos efeitos, sugerindo que a cafeína é a substância que estaria atuando como bloqueador das células cancerígenas. Outras fontes da substância, como chocolates e a Coca-Cola, também demonstraram ser bastante eficientes.

Segundo os cientistas, a cafeína seria a responsável por matar as células epiteliais que sofreram danos causados pelo sol, evitando que estas chegassem a desenvolver o câncer.

De qualquer maneira, o protetor solar não deve ser deixado em casa nunca, mas que tal um cafezinho para reforçar o fator de proteção?

Por: Lediane Filus
Fonte: Thinkstock

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Beber café faz bem

A bebida sempre foi unanimidade pelo seu sabor, mas havia uma espécie de nata encobrindo seus benefícios. Prepare-se porque vamos passar novidades fresquinhas e surpreendentes para você degustar

Puro ou adoçado? Coado ou expresso? Forte ou fraco? Arábica ou robusta? Da Colômbia ou das nossas montanhas de Minas? Com petit four ou pão de queijo? Assim como em uma cafeteria, inúmeras questões sobre o café são levantadas em centros de pesquisas ao redor do planeta. Grande parte dos cientistas busca elucidar a maior das dúvidas: afinal, ele faz mesmo bem para a saúde?

O cardiologista Bruno Mahler Mioto, do Instituto do Coração, o InCor, que fica em São Paulo, é um dos que estão atrás da resposta. “Embora existam mitos em relação à bebida e ao coração, ela não parece elevar o risco de doenças cardiovasculares”, afirma. Mioto está envolvido em um estudo sobre esse elo e ficou animado com os primeiros resultados obtidos recentemente. “O consumo de três a quatro xícaras diárias, por um grupo de 27 voluntários, não mostrou aumento da pressão arterial”, conta. Esse achado tem tudo a ver com outra pesquisa, publicada no periódico científico Circulation, da Associação Americana do Coração. Realizada com 83 076 mulheres, ela aponta, inclusive, um discreto efeito protetor contra o acidente vascular cerebral, o derrame. “Por causa do grande número de análises positivas que existem na literatura especializada, hoje não há mais razão para as pessoas temerem o cafezinho”, enfatiza Mioto. Mas daí vem mais uma pergunta: até mesmo as crianças devem incluí-lo no dia a dia? “Sim”, responde, com ar seguro, a psicóloga Carla Verônica Machado, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a UFRJ. Ela se dedica a analisar efeitos da bebida entre os pequenos. “Algumas substâncias ajudam na concentração e melhoram a memória, por isso a preparação é bem-vinda para quem está na escola”, diz.

Aliás, por falar em cérebro, um trabalho recém-concluído na Universidade do Sul da Flórida, nos Estados Unidos, revela que, na massa cinzenta, a cafeína reduz os níveis de uma proteína chamada betaamilóide, que, em concentrações elevadas, seria um dos principais estopins para o Alzheimer. E outra vez nos deparamos com uma dúvida: o café é feito exclusivamente de cafeína? Quem ajuda com a resposta desta vez é o farmacêutico-bioquímico Tasso Moraes e Santos, professor da Universidade Federal de Minas Gerais, a UFMG: “Ele concentra diversos compostos benéficos, além de vitaminas e de sais minerais”, conta. E o mais saboroso nessa história é que a rica mistura atua em sinergia, bem ali, dentro da xicrinha.

Para o professor Tasso Moraes, o café merece lugar de destaque no seleto rol dos alimentos funcionais. E qual seria o motivo? “É que, além de oferecer nutrientes, ele contém substâncias capazes de reduzir o risco de doenças”, justifica, sem pestanejar. O pesquisador e sua equipe observaram, por exemplo, uma boa atuação no fígado. “Nós oferecemos a um grupo de ratos uma ração especial feita com café e notamos uma diminuição de nódulos hepáticos”, conta. Como esses nódulos tendem a virar encrenca, segundo Moraes é possível deduzir que a bebida protege contra o desenvolvimento de tumores.

A relação entre o fígado e o café também aparece em um estudo recente do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos. Os cientistas avaliaram 766 pacientes que tiveram hepatite C e entre aqueles que bebiam mais de três xícaras de cafezinho por dia houve uma desaceleração no desenvolvimento da doença.

Em ambos os trabalhos, existem suspeitas de que compostos fenólicos, moléculas presentes na bebida, estejam por trás dos resultados. Dentro dessa turma do bem, um dos destaques é o já mencionado ácido clorogênico, mas existem ainda o ácido cafeico, o ácido ferúlico e o ácido p-cumárico. “Todos eles têm ação antioxidante”, explica outra estudiosa do assunto, a nutricionista Rosana Perim, do Hospital do Coração, na capital paulista.

Apesar de tantos defensores, várias questões podem continuar martelando em sua cabeça, como esta: será que todas essas substâncias benéficas se mantêm mesmo quando o fruto é processado? “Sim. Embora exista uma queda na quantidade, esses compostos permanecem em dosagens razoáveis no grão torrado”, garante a nutricionista Liliane Machado, da Universidade de Brasília, a UnB, que também faz parte do time de especialistas brasileiros atrás de respostas para tantas e tantas interrogações.

Embora o processamento preserve boa parte das substâncias benéficas, é o grau de torrefação que determina a quantidade delas. “Quanto menor a torra, maior o número de compostos fenólicos e de nutrientes encontrados na bebida”, diz Liliane Machado, nutricionista da UnB. “Os grãos menos torrados também resultam em bebidas mais aromáticas”, lembra o expert Marco Suplicy, da Suplicy Cafés Especiais, em São Paulo. Aliás, a bebida não precisa ser totalmente negra para ser de boa qualidade, muito pelo contrário. “Os cafés mais escuros costumam acumular cinzas”, diz Suplicy. E, para piorar, o gosto não fica dos melhores, o que leva o consumidor a lotar a xícara com açúcar ou adoçante.

“O exagero na hora de adoçar é um dos piores erros”, lamenta Liliane, que analisa os poderes do café na diminuição do risco do diabetes do tipo 2. “Diversas experiências mostram que a ingestão saudável da bebida interfere positivamente com a absorção da glicose, que então é feita de maneira mais gradual”, explica. Assim, a produção de insulina — hormônio que se encarrega de botar o açúcar dentro das células — ocorre de forma harmoniosa, sem sobressaltos. Mas essa boa atuação dificilmente acontecerá se o preparado ficar mais parecido com uma espécie de melado.

E, agora, você pode indagar: qual é a melhor forma de adoçar? Para os baristas, ou seja, para quem conhece todas as sutilezas de gosto, o certo é tomar puro. “Bebidas de boa procedência são naturalmente adocicadas”, afirma Cleia Junqueira. Sem falar que ir devagar com o doce também ajuda na contabilidade calórica. Mas, se o seu paladar ainda não percebe a discreta doçura na xícara de um cafezinho puro, coloque a menor quantidade de açúcar possível ou apele para os edulcorantes artificiais.

A cientista sensorial Helena Maria Bolini, da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, que fica no interior paulista, anda investigando a interferência dos adoçantes no sabor do café. Em um estudo com mais de 200 voluntários, a equipe da professora pôde observar que a sucralose é uma boa alternativa ao açúcar, já que não contém calorias e parece não afetar tanto as características de aroma e textura do preparado. “O mais indicado é optar por versões líquidas do edulcorante, que se misturam melhor à bebida.”

Por fim, a pergunta que não quer calar: qual a medida ideal? A maioria dos especialistas sugere até 600 mililitros, o que corresponde a três ou quatro xícaras por dia. Mas para os fãs do cafezinho não existe dose certa. “Jamais deve haver excessos”, dispara o professor Tasso Moraes, da UFMG, que sugere: “Para aqueles que têm dor de estômago, insônia ou palpitação, o melhor é ir com parcimônia”. Ninguém aqui quer ser estraga-prazeres, mas um pingo de cautela, em alguns casos, nunca faz mal a ninguém.

por Regina Célia Pereira

Fonte: www.saude.abril.com.br

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Cafés especiais do Brasil consolidam novos mercados

Depois do Brasil ter se tornado o maior produtor e exportador e o segundo maior consumidor de café do mundo – conquistas essas mantidas ao longo de sua história graças também à detenção pelo País da melhor ciência e tecnologia disponível para os produtores, garantindo produtividade e sustentabilidade à cultura – o País desponta como um dos maiores fornecedores mundiais de cafés especiais, diferenciados por sua qualidade e agregação de valores socioambientais. Atualmente praticamente todas as regiões cafeeiras do Brasil produzem grãos especiais, como o Cerrado, Zona da Mata e Sul de Minas Gerais, Serra do Espírito Santo, Bahia, São Paulo e Paraná.

“Que o Brasil há muitos anos produz cafés de qualidade excepcional e variada não é novidade, inclusive pela sua diversidade de climas, altitudes e tipos de solo. O que é novo é o fato de o setor produtivo aguçar cada vez mais a visão de mercado impulsionado pelo crescente movimento rumo à diferenciação do produto, grande parte dele devido às novas exigências do mercado externo e interno. Essa tendência é irreversível e cresce em ritmo acelerado, trazendo novas oportunidades de negócios e desenvolvimento para o País, pois o preço também é diferenciado”, diz o professor Flávio Borém, da Universidade Federal de Lavras – Ufla, instituição participante do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

Segundo o professor, por muitos anos, o Brasil foi conhecido como fornecedor de café comum, com pouca qualidade, comparativamente a outros países produtores. “No mercado internacional, o Brasil ainda possui a imagem de grande produtor de um único tipo de café. Essa é uma imagem equivocada e bastante negativa. Na verdade, a pluralidade dos sabores e aromas dos cafés do Brasil deve ser sua marca mais notável refletindo a exuberância de sua natureza e diversidade cultural de seu povo. Isto precisa ser mais bem compreendido e explorado para o bem da nossa cafeicultura”, lembra.

Diversidade relacionada à qualidade e sistemas de produção – Segundo Flávio Borém, é possível encontrar várias definições para café especial, refletindo muitas vezes os efeitos da cultura, costumes e valores de cada povo, região ou país e estando associado ao prazer que a bebida proporciona. “O café especial é aquele que se distingue por uma característica peculiar ou grupo de atributos singulares possuindo, portanto, uma especialidade ou especificidade na percepção de seus atributos sensoriais e de seu sistema de produção. O café pode ser especial por possuir sabor e aroma únicos e distintos do café comum, por ser produzido em sistema orgânico, ser de origem controlada ou até mesmo por ser raro e exótico”, explica.

O professor esclarece que mesmo sendo os aspectos sensoriais os mais relevantes na caracterização de um café especial, os atributos ambientais e sociais cada vez mais influenciam na caracterização do produto. “Nesse caso, como o atributo não é percebido sensorialmente, a diferenciação é obtida por meio de certificações de origem e uso de selos de garantia. Os mais conhecidos no mercado atual são os certificados ambientais como da Rain Forest, os cafés orgânicos e os sociais, como o Fair Trade, consumido em países desenvolvidos”, completa. O pesquisador Sérgio Pereira do Instituto Agronômico – IAC, instituição participante do Consórcio Pesquisa Café, acrescenta ainda as certificações UTZ e Certifica Minas.

Requisitos e identificação – O café que chega à mesa do consumidor para ser considerado especial passa por um longo processo que começa nos aspectos genéticos, passa pelo sistema de produção e manejo da lavoura (plantio, boas práticas na lavoura e colheita), pelo processamento pós colheita (secagem, armazenamento), rastreabilidade do produto, ainda pela fase de industrialização (torração, moagem, embalagem) e só termina na forma de preparo da bebida. Em resumo, para ser reconhecido como especial, o café deve ter atributos específicos associados ao produto (características físicas – como origens, variedades, cor e tamanho – e sensoriais, como qualidade da bebida), ao processo de produção ou ao serviço a ele associado (como as condições de trabalho da mão de obra), tendo como valores a sustentabilidade econômica, social e a ambiental. A especialidade ou especificidade da bebida sofre ainda influência direta da região em que é produzido o café, das condições climáticas durante a maturação e colheita, além dos cuidados nas fases de colheita e preparo do produto.

Café especial para brasileiros – O café consumido no País tem ganhado em qualidade, em parte porque os cafés especiais têm caído no gosto dos brasileiros. Parcela crescente da população tem optado por esse produto diferenciado e a indústria tem buscado atender a esse consumidor mais exigente. “Marcas consolidadas no mercado de cafés ‘tradicionais’ já estão oferecendo cafés de origens brasileiras, de sabores e aromas superiores aos que tradicionalmente são oferecidos no mercado. Ainda que represente uma pequena fatia do mercado de consumo de café, o nicho dos especiais é o que mais cresce no Brasil e no mundo comparativamente ao mercado dos cafés comuns. Mesmo assim, a maior parte da produção de cafés especiais brasileiros ainda é exportada. Temos um grande caminho a percorrer para que os cafés especiais se consolidem no País”, informa Borém.

Sérgio Pereira também avalia o cenário: “a demanda interna aquecida vem estimulando o aumento dos investimentos na produção de grãos especiais. Além disso, a abertura de novas cafeterias no País e a diversificação das maneiras de servir o grão especial tem contribuindo para estimular o consumo e impulsionar essa segmentação de mercado”.

Dados econômicos – Segundo dados da BSCA, a demanda pelos grãos especiais cresce em torno de 15% ao ano, contra um crescimento de cerca de 2% do café commodity. O segmento representa hoje cerca de 12% do mercado internacional da bebida. O valor de venda atual para alguns cafés diferenciados tem um sobrepreço que varia entre 30% e 40% a mais em relação ao café cultivado de modo convencional. Em alguns casos, pode ultrapassar a barreira dos 100%.

Segundo o presidente da BSCA, Luiz Paulo Dias Pereira Filho, os principais mercados consumidores dos cafés especiais brasileiros são, na ordem, Japão, Estados Unidos e União Europeia, havendo crescimento muito grande por parte da Coreia e Austrália. No que diz respeito ao consumo interno do produto, das 19,7 milhões de sacas consumidas no mercado interno, um milhão é de cafés especiais. “O Brasil está assumindo o posto de fornecedor de cafés especiais para o mundo”, garante.

Para o gerente geral da Embrapa Café, Gabriel Bartholo, “a produção brasileira atual de cafés diferenciados é de aproximadamente 15% do total produzido no mundo, sendo o Brasil o único país produtor capaz de atender ao mercado internacional em grandes quantidades desse produto”.

Variedade de regiões, culturas e sabores – Segundo Borém, a cafeicultura brasileira, por sua extensão territorial e peculiar variação ambiental, tem sua produção distribuída em diferentes regiões que se distinguem pelas características marcantes dos seus ambientes, tanto em relação ao meio físico quanto às condições climáticas e socioeconômicas. “Essas regiões são marcadas por grandes variações no solo, na temperatura, umidade relativa e altitude fazendo com que a qualidade do café possua expressões distintas”, destaca.

Recentemente, novas tendências têm demandado a garantia da originalidade geográfica dos produtos agrícolas. “Esses são os casos das certificações de origem conhecidas no Brasil como Indicação Geográfica – IG nas modalidades de Indicação de Procedência – IP e Denominação de Origem – DO. Já existem no Brasil duas regiões com Indicação de Procedência reconhecidas pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI: o Cerrado Mineiro e a Mantiqueira de Minas”, explica o professor. “Além disso, o Norte Pioneiro do Paraná e a Mogiana Paulista estão trabalhando para conquistar também IG”, acrescenta o pesquisador do IAC.

Para embasar as solicitações de IG, estudos científicos são imprescindíveis, pois é o que validam ou não a existência de uma condição ambiental privilegiada e um modo de cultivo semelhante com potencial para produção de cafés finos, ou seja, a relação entre o ambiente e a qualidade da bebida. Atualmente, o Consórcio Pesquisa Café tem em seu programa de pesquisa algumas linhas de pesquisa na área de cafés especiais, como projetos dos pesquisadores Flávio Borém, da Universidade de Lavras (Ufla), e Helena Maria Ramos Alves, da Embrapa Café, que têm desempenhado papel relevante na caracterização detalhada da região da Serra da Mantiqueira, que conquistou a IP ano passado e está em busca da DO.

Consórcio Pesquisa Café – O Brasil desenvolve o maior programa mundial de pesquisas em café, o Programa Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Essa rede integrada de pesquisa é possível graças ao Consórcio Pesquisa Café, que reúne dezenas de instituições brasileiras de pesquisa, ensino e extensão estrategicamente localizadas nas principais regiões produtoras do País. Seu modelo de gestão incentiva a interação entre as instituições e a união de recursos humanos, físicos, financeiros e materiais, que permitem elaborar projetos inovadores. A evolução da cafeicultura brasileira, ao longo dos últimos anos, comprova a importância dos trabalhos de pesquisa.

Esse arranjo institucional atua em todos os segmentos da cadeia produtiva, tendo por base a sustentabilidade, a qualidade, a produtividade, a preservação ambiental, o desenvolvimento e o incentivo a pequenos e grandes produtores. Hoje reúne mais de 700 pesquisadores de cerca de 40 instituições, envolvidos em 74 projetos dos quais fazem parte 355 Planos de ação.

Foi criado por iniciativa de dez instituições ligadas à pesquisa e ao café: Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola – EBDA, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais – Epamig, Instituto Agronômico – IAC, Instituto Agronômico do Paraná – Iapar, Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural – Incaper, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro – Pesagro-Rio, Universidade Federal de Lavras – Ufla e Universidade Federal de Viçosa – UFV.

As pesquisas do Consórcio Pesquisa Café contam com o apoio e o financiamento do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira – Funcafé, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa.

Café no Brasil – De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil possui hoje uma área plantada de 2,3 milhões de hectares, com cerca de 5,7 bilhões de pés – pouco mais da metade só no Estado de Minas Gerais – e a safra prevista para 2012 é de 50,62 milhões de sacas. São cerca de 287 mil produtores que, fazendo parte de associações e cooperativas, distribuem-se em 15 Estados: Acre, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo.

Fonte: Embrapa
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